quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Sentir teu sabor...



Quando você surgiu,
Senti vontade
De te morder,
Arranhar,
Sentir todo seu sabor...
Mas parei,
E deixei você explorar todo o prazer,
Seus dedos no meu corpo
Precisavam me conhecer,
Explorar,
Acariciar,
Fazendo endurecer...
Deixei você acariciando,
Explorando,
Passando a língua lentamente,
Em cada pedacinho do meu corpo,
Deixando o rastro quente,
Dos tesões se misturando...
Nossos gemidos
E sussurros...
Esperei o roçar de línguas,
Da sua boca em mim
E no mastro...
Desejei logo o roçar de corpos,
Queria me tornar parte de você,
Do seu corpo,
Sentir cada carícia,
Cada gesto...
Até o toque profundo,
A dança louca do seu corpo
Penetrando em minhas entranhas...
Deixando esse ritmo louco
Do desejo alucinado
Nos levar para um caminho
Sem limites,
Sem preconceitos,sem voltas...
Até a explosão do meu vulcão
Meu corpo arde...

1 comentário:

Princesa disse...

Meu Anjo lindo
No amor não há barreiras
Que nos impeçam de amar
E se o amor for verdadeiro
Pode nunca acabar

Lindo quadro, linda imagem
Como sempre o António tem
Poesia muito bela
Que me encantou também

Sem amor, não se vai longe
Sem amar a vida é escura
O amor perdoa tudo
Traz-nos magia e doçura

beijinhos amor